Gerador e validador de CNPJ
Gere e valide CNPJ, incluindo o formato alfanumérico.
O número gerado passa na verificação, mas não pertence a ninguém — serve para teste.
O que muda no CNPJ alfanumérico
A partir de julho de 2026, novas inscrições passam a receber CNPJ com letras nas doze primeiras posições. Os dois últimos caracteres continuam numéricos: são os dígitos verificadores, e eles seguem sendo calculados. Os CNPJs puramente numéricos já emitidos continuam válidos como estão.
Como entra a letra na conta do dígito
Cada caractere vira um número pelo seu código ASCII menos 48. Isso faz os algarismos de 0 a 9 valerem exatamente 0 a 9, e as letras de A a Z valerem de 17 a 42 — a letra A tem código 65, e 65 menos 48 dá 17.
Feita essa conversão, o cálculo é o mesmo de sempre: pesos 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 para o primeiro dígito, e 6, 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 para o segundo, que inclui o primeiro verificador na conta. A soma é dividida por 11, e resto 0 ou 1 produz dígito 0. Como a conversão preserva o valor dos algarismos, a mesma implementação atende os dois formatos — não é preciso manter duas.
O que isso quebra no seu sistema
Qualquer coluna que guarde CNPJ como número inteiro deixa de servir. O mesmo vale para máscaras de entrada que só aceitam dígitos, validações com expressão regular de catorze números, e índices ou chaves que assumam tipo numérico. Vale varrer o código atrás de:
- campos de banco declarados como numéricos
- conversões para inteiro ao ler ou gravar
- expressões regulares no formato de catorze dígitos
- comparações que ignoram diferença entre maiúscula e minúscula
Nada sai do seu navegador
O cálculo roda inteiro na sua máquina. O CNPJ que você cola para verificar não vai para servidor nenhum e não fica guardado em lugar algum.