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Gerador e validador de CPF

Gere CPFs válidos para teste e confira o cálculo do dígito verificador.

O número gerado passa na verificação, mas não pertence a ninguém — serve para teste.

Como funciona o dígito verificador do CPF

O CPF tem onze dígitos: nove de base e dois verificadores no fim. Os dois últimos não são escolhidos — saem de uma conta sobre os nove primeiros, e é isso que permite detectar um número digitado errado sem consultar ninguém.

Para o primeiro dígito, cada um dos nove é multiplicado por um peso que começa em 10 e desce até 2. Os produtos são somados, e o resto da divisão dessa soma por 11 decide o dígito: resto 0 ou 1 produz dígito 0, qualquer outro produz 11 menos o resto. O segundo dígito repete a conta, agora com dez números — os nove originais mais o primeiro verificador — e pesos de 11 a 2.

Por que 111.111.111-11 não vale

Sequências de um dígito só satisfazem a conta, porque a soma fica proporcional e o módulo fecha. Mas a Receita Federal não emite esses números, então qualquer validação séria recusa as onze sequências repetidas antes mesmo de calcular. É um caso que passa despercebido em muita implementação caseira.

O CPF gerado aqui pertence a alguém?

Não. O gerador sorteia nove dígitos e calcula os dois verificadores, então o resultado é um número bem formado — mas não há consulta a cadastro nenhum, e nada indica que ele tenha sido emitido. Serve para preencher formulário em ambiente de teste e para exercitar validação, não para se passar por outra pessoa.

Nada sai do seu navegador

A conta inteira roda na sua máquina, em JavaScript. O CPF que você digita para verificar não é enviado a servidor nenhum, não fica em log e não é guardado — o que importa quando o número em questão é o de um cliente.